

A conexão – o lugar que você ocupa em sua família.
Que filho você foi? Você já parou para pensar nisso?
Qual papel você ocupa na sua família? É o Engraçado? O Mediador? O Rebelde? O Cuidador? O Exemplar?


Que filho você foi? Você já parou para pensar nisso?
Qual papel você ocupa na sua família? É o Engraçado? O Mediador? O Rebelde? O Cuidador? O Exemplar?


Você já percebeu que as crianças desde muito cedo tendem a imitar os pais? O jeito de andar, a forma de falar, o jeito de mexer as mãos, as expressões faciais. O que isso pode influenciar na comunicação entre pais/mães e filhos? Você já ouviu dizer que as crianças não escutam o que você fala e sim o que você sente? O que você sabe sobre os neurônios-espelhos?


Eficiência é um substantivo feminino e se caracteriza pela virtude ou característica de alguém ser competente, produtivo, de conseguir o melhor rendimento com o mínimo de perda de tempo.


Quando comecei a estudar as relações entre pais e filhos, naveguei por um mar de teorias, me aprofundei em algumas e me encantei por poucas. Percebi que a magia está na possibilidade de integrar, entre as diferentes teorias, aquilo que faz sentido para cada um de nós.


Riqueza, em nosso tempo, não é necessariamente sinônimo de ter dinheiro. Estamos todos vivendo vidas aceleradas, correndo atrás de milhares de atividades, compromissos e pendências não cumpridas. Estamos todos assim, há tempos, num esforço para quitar todas as dívidas com os outros. Já perceberam que, não por acaso, ao começarmos uma conversa com alguém, temos sempre que pedir desculpas? “Ah, me desculpe, eu não te respondi aquela mensagem”, “ah, me desculpe, eu tinha que ter te ligado aquele dia e não deu, minha vida esteve uma loucura na semana passada”…


Quando parei para escrever sobre a chegada do segundo filho lembrei de ter escutado “o segundo é mais fácil”. Será? Não se trata de fácil ou difícil, e sim de DIFERENTE. Palavra que devemos lembrar sempre quando falamos de filhos e irmãos.


Se você está aqui acompanhando esta série de vídeos sobre crise conjugal e reconstrução do casamento, provavelmente sente muita tristeza com as brigas no relacionamento. Embora sejam inevitáveis na imensa maioria das vezes, elas representam o contrário do que se sonha na hora de construir uma vida a dois. Diante de uma expectativa de encontro, a briga é a mais evidente das faltas de consenso.


Como criarmos um filho ou uma filha que tenha a inteligência emocional mais desenvolvida?


Uma das maiores fontes de culpa nos casais em crise é o sofrimento dos filhos. Eles habitam o mesmo espaço que o nosso, fazendo da vida em família uma arquibancada sofrida para os embates que o casal vive durante os piores de seus momentos.


Preocupamo-nos com o futuro da relação; e este é o fluxo mais consciente que tem na nossa mente. Portanto, sofremos com o presente, preocupamos com o futuro do relacionamento. Mas… e o passado? O que ele tem a ver com a minha relação amorosa?