

O filho mais velho e o puerpério
Nossa conversa hoje é o sobre o filho mais velho com a chegada do segundo filho, do irmão. Primeiramente temos que nos colocarmos no lugar dessa criança.


Nossa conversa hoje é o sobre o filho mais velho com a chegada do segundo filho, do irmão. Primeiramente temos que nos colocarmos no lugar dessa criança.


A que serve todo mergulho do puerpério e a quem serve? Essa transformação profunda da alma feminina serve também para quem está do lado ou apenas por perto?


Muitas mulheres no puerpério se encontram com o estranhamento de nunca terem participado de conversas, com outras mulheres da família ou das redes de amigas, que lhe antecipassem esta experiência tão marcante. O puerpério é um tabu em nossa cultura? O que constrói este segredo?


Hoje o tema é o pai. Por que esse tema é tão diferente do que normalmente podemos pensar? O convite que queremos fazer é para uma reflexão sobre quem é a nova mulher que está ao seu lado.
Você que é pai, que acabou de receber um bebê nos braços, seja em um parto domiciliar ou um parto hospitalar ou uma adoção, não importa, quando recebemos os nossos filhos nos braços é que a coisa se realiza. Porque a nossa gravidez é externa. Nós ficamos do lado de fora tentando entender aquela conexão com o bebê.
Podemos ter um exercício profundo de empatia com a mulher. Mas, muitas vezes, desde a gravidez, a mulher sente que nós não sentimos. E é verdade, a gente não sente como ela sente. E isso pode afastar o casal em muitos momentos. Porque a mulher não vai sentir compreendida nas suas emoções.


Em quem eu vou me transformar depois que esse filho chegar? O que vai realmente mudar na minha vida? O que vai acontecer comigo quando eu tiver um bebê para cuidar? Será que eu vou fazer as mesmas escolhas que eu fazia antes?… Começamos a pensar nessas perguntas de maneira mais branda quando começamos a pensar na chegada de um filho, mas essas perguntas começam a realmente ter mais sentido durante o pós-parto e o puerpério, que não é o período apenas da quarentena, mas sim um longo período de adaptação a essa novidade da chegada de um filho…