

Inteligência Emocional nas Crianças
Como criarmos um filho ou uma filha que tenha a inteligência emocional mais desenvolvida?


Como criarmos um filho ou uma filha que tenha a inteligência emocional mais desenvolvida?


A palavra mais comum que é utilizada para nomear esse fenômeno, muito mais amplo do que essa palavra normalmente diz, é pós-parto e está geralmente associada aos quarenta dias depois do nascimento do bebê.
Mas afinal, você sabe o que é mesmo puerpério?


Nós precisamos pensar que quem está ali, vivendo todo esse evento que é a gestação e o nascimento junto da mulher, também está vivendo um rito de passagem.


Tem muita gente que confunde o desejo genuíno dessas mulheres mães de construírem relações muito fortes, muito sólidas; muito amorosas que promovam paz de espírito para elas, para os bebês, para as crianças; uma sensação de encontro profundo, isso é uma coisa.


Você sabia que o Ayuveda é uma filosofia médica oriental, desenvolvida há milhares de anos com o objetivo de preservar e promover a saúde?


Você imagina o quão transformador é, com receitas simples, prevenir ou tratar da saúde familiar com as práticas que o Ayurveda oferece?


Você terapeuta ou cuidador, sente falta de proporcionar conforto através de terapias alternativas que oferecem instrumentos de auto-observação e auto-cuidado?


Durante a preparação de um casal para o parto, é importante trabalhar o lugar do companheiro ou da companheira em todo o processo, visto que ao longo da gestação, a atenção é praticamente exclusiva à mulher.


A adoção é uma decisão de vida, é um projeto de vida que envolve antes dela acontecer, em muitos casos, uma sensação de falência porque a mulher ou não se sentiu capaz de gerar um filho qualquer circunstância biológico- emocional ou porque ela/ele sentiu que não chegou a hora ainda de ter um parceiro uma parceira com quem ela/ele decide ter um filho biológico.


Refletir sobre esse encontro que muitas vezes se manifesta como um desencontro entre a mulher que acabou de se transformar em mãe e a sua própria mãe ou qualquer outra figura da ancestralidade familiar que aparece na casa dela para ajudar com esses primeiros cuidados com o bebê, e esse é um encontro que está marcado na nossa cultura brasileira.