

O que você quer ser agora que cresceu?
Quais valores serão levados adiante e quais serão flexibilizados, a partir do seu processo individual ou em casal?


Quais valores serão levados adiante e quais serão flexibilizados, a partir do seu processo individual ou em casal?


Alexandre Coimbra Amaral fala sobre a quebra da idealização que nós profissionais fazemos, quando um paciente se recusa a continuar a terapia conosco ou qualquer outra terapia… ele faz uma reflexão de como possíveis incompatibilidades não nos desqualificam como profissionais, mas podem nos mover a perguntas sobre a nossa identidade terapêutica.


A psicóloga Marília Facco escreve sobre sua experiência de maternidade, mãe de duas crianças pela via da adoção mergulha em suas vivências e sentimentos e faz um relato sensível das suas descobertas.


O psicólogo Alexandre Coimbra Amaral fala das marcas causadas pelos traumas e o contato com o lado humano em sua perversidade, que quando confrontado, direcionado nos move e nos contrói como terapeutas.


Olhar para a infância, independentemente da idade que tenhamos, ou de quantas vezes já o fizemos, é sempre uma oportunidade de reolhar e buscar movimentos espontâneos em direção ao que foi e ao que será.


O que o mês de novembro é para você? Um mês em que o espaço é dado para a luta…no entanto, o racismo está presente todos os dias do ano…. confira o que Fê Lopes nos diz sobre isso:


“- Joana disse que encontrou vinculo com garantia estendida no supermercado. Tem limitação de compra por cliente, claro. Porque vínculo é um só, né Marcinha!
– É como dizem, não se faz mais vínculo como antigamente!”
Causou estranhamento esse diálogo, não causou?


A gestação e o pós-parto envolvem transformações intensas no corpo da mulher e na sua dinâmica de movimentos. Além das alterações físicas e corporais, há muitas alterações emocionais e psicológicas. A mulher se vê num processo de transformação de identidade, os pensamentos podem ficar nublados e pode ser difícil para ela nomear os sentimentos que afloram.


Falamos muito atualmente sobre a importância do nosso sistema imunológico para nos defender de invasores e doenças que podem ser potencialmente fatais. Imagine agora que também possuímos um sistema imunológico emocional e que ambos os sistemas — físico e emocional — estão intimamente ligados. Essa afirmação nos faz pensar o quanto é preciso mais do que vitaminas para nos fortalecermos frente às várias ameaças que possam comprometer a nossa saúde.


Casar-se, juntar-se, entregar-se. A união entre duas pessoas já configura uma família. Mas, às vezes, apegamo-nos à ideia de que família é aquela de onde viemos. Claro, não deixa de ser, nunca deixará. Porém, escolher se unir a alguém é olhar para a família de origem e dizer para si mesmo: eu cresci. E crescer requer conhecer a sua história e integrá-la, sem negar, esquecer ou esconder nada de si mesmo.